DO FILHO NOTURNO AOS PAIS DESCONHECIDOS é uma missa, um karaokê, um desfile, um gameplay em eterna versão beta...

 Na estrutura de um ‘’Pocket Show’’, Pedro Galiza hackeia um repertório de canções não inéditas, construídas com melodias, ritmos e arranjos compostos por artistas reconhecidos na cultura da musica popular.

As letras destas canções são cantadas utilizando apenas a palavra ‘’PEDRO’’. 

Sobre Pedro Galiza

Iniciou sua trajetória como artista em 2013 dentro de programas livres de orientação artísticas,criados pela prefeitura da cidade de São Paulo. De 2014 a 2016 integrou o ”Coletivo Teatro Dodecafônico”, onde junto ao coletivo realizou em 2015 o projeto de composição urbana intitulado de ”Atos Íntimos Contra o Embrutecimento” (projeto contemplado pelo prêmio Funarte Artes na Rua 2014). Desde 2015 é artista integrante da Estação de Trabalho Colaborativo: La Plataformance, e somando-se aos outros 16 integrantes, criou e produziu o ”Festival La Plataformance –Resistência em Rede”, onde também se apresentou como performer no trabalho ”Viagem Noturna de Filhos Para Pais Desconhecidos”. Ainda em 2015, entrou com a pesquisa em dança intitulada de ”Acidentes” na Plataforma de Criação: Exercícios Compartilhados com orientação de Adriana Grechi. Em maio de 2017 participou do Festival de Performances: Galeria Transparente – UPDATE (Centro Cultural Justiça Federal, Cinelândia – RJ) com o trabalho ”Do Filho Noturno Aos Pais Desconhecidos”. Em seguida, no mês de junho, performou o trabalho ”11 9 51 67 18 44” na ”MOSTRA TODOS OS GÊNEROS” do Itaú Cultural. Também durante os meses de maio e junho, trabalhou como artista orientador da ”Estação Transmidiática” no projeto LAB LIVRE PERFORMANCE, atualmente em atividade no SESC Santos. Em julho de 2017 esteve com o trabalho ‘’ACIDENTES’’ na ‘’MOSTRA PERFORMATUS’’, realizada no SESC Santos. Uma das suas performações intitulada de ‘’Coiote Cego’’foi apresentada em dois contexto de mostras de Performance Arte; em Junho de 2017, na programação do evento ‘’Presença Permeável (Praça das Artes, SP); e em agosto de 2017 no Festival Corpus Urbis 2017 (Macapá, AP). Foi artista residente do Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo (CRDSP) de março de 2016 a julho de 2017.

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